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No Dia Internacional da Tireoide, médica fala sobre "Nódulos da Tireoide"

27/05/2019 | Visualizações: 320
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Incidência dos casos de câncer na tireoide vem aumentando nos últimos anos e são cerca de seis mil casos diagnosticados no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estima-se que 60% da população brasileira tenham nódulos da tireoide em algum momento da vida. Porém, isso não significa que todos sejam malignos. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), apenas cerca de 5% dos nódulos são cancerosos.

Em 25 de maio é o Dia Internacional da Tireoide e, para ressaltar a importância desse tema, a Dra. Lara Bessa, endocrinologista do Grupo Fleury, detentor das marcas Felippe Mattoso e Labs a+ no Rio de Janeiro, esclarece algumas dúvidas sobre os nódulos da tireoide.


Dra. Lara Bessa, endocrinologista do Grupo Fleury, detentor das marcas Felippe Mattoso e Labs a+ no Rio de Janeiro

O que é um nódulo na tireoide?
É um aglomerado de tecido tireoidiano ou um cisto, formação preenchida por líquido.

Quais os sintomas?
A maioria dos nódulos é detectada por exames de imagem, geralmente com um tamanho que não acarreta sintomas. Quando maiores, os nódulos podem gerar queixa de dificuldade para deglutir, falta de ar ao se deitar e desconforto na região cervical. Os sintomas que chamam atenção para uma lesão maligna são: nódulo volumoso ou com rápido crescimento, com sintomas compressivos; lesão endurecida, pouco móvel e aderida a planos profundos; paralisia de corda vocal ipsilateral à lesão (acarretando alteração da voz) e adenomegalia (linfonodos aumentados) na região cervical.

Quais são as principais causas e fatores de risco?
A causa de nódulos da tireoide benignos, que representam a maior parte dos casos, ainda não é completamente clara pela ciência. Entretanto, podem ter relação com o aporte de iodo na dieta e fatores genéticos. Os principais fatores de risco para nódulos malignos (tumores) são: síndromes hereditárias, como a neoplasia endócrina múltipla tipo 2 (NEM2); história de exposição à irradiação ionizante de cabeça ou pescoço na infância ou na adolescência; irradiação total para transplante de medula óssea; diagnóstico prévio de câncer de tiroide tratado com tiroidectomia parcial e parentes de primeiro grau com câncer de tiroide.

Como fazer o diagnóstico do nódulo?
O primeiro exame a ser feito é o exame físico. Se for palpado nódulo, devemos pedir a função da tireoide (determinante para o seguimento correto da lesão) e exame de imagem.

O que fazer ao descobrir um nódulo pelo autoexame?
Deve-se procurar um endocrinologista o quanto antes. O médico irá solicitar exames para verificar o tipo de nódulo (se funcionante ou não), tamanho e características, além de queixas clínicas.

Quais exames laboratoriais precisam ser feitos?
O primeiro exame é a avaliação de função da tireoide para determinar se o nódulo é hiperfuncionante ou não. Depois, o médico pode solicitar ultrassonografia e/ou cintilografia de tireoide. Dependendo desses resultados, outros exames ainda poderão ser feitos para melhor avaliação da lesão. Pode ser solicitada, por exemplo, citologia de punção aspirativa por agulha fina, que analisa as células do nódulo quanto às características de malignidade ou benignidade.

Nódulo na tireoide tem cura?
Sim, mas o tratamento curativo e definitivo, para a maioria dos nódulos benignos com função tireoidiana normal, é a retirada cirúrgica. Cada caso deve ser avaliado individualmente, pensando em riscos e benefícios da realização do procedimento. O tratamento de nódulos benignos dependerá de seu tamanho e queixas clínicas. Se o nódulo for maligno, a terapêutica inicial é a cirurgia para retirada do nódulo, na maioria dos casos.


 
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